Chainlink CCIP 2.0 traz segurança customizada
O CCIP 2.0 da Chainlink permite verificações de segurança personalizadas em transferências cross-chain, corrige vulnerabilidades e integra novos ativos para bridges mais rápidas.
A Chainlink lançou o CCIP 2.0, uma atualização importante do seu Protocolo de Interoperabilidade Cross-Chain, focada em aprimorar a segurança e a eficiência das transferências entre blockchains. O destaque é o Cross-Chain Verifier (CCV), que permite que instituições e emissores de tokens exijam sua própria aprovação antes de transferências, além da validação padrão da rede Chainlink. Isso reduz riscos de ponto único de falha, como visto no hack de US$ 292 milhões da Kelp DAO. A atualização aposenta a Risk Management Network como salvaguarda independente, já que validadores opcionais podem realizar verificações similares. O CCIP 2.0 também integra ativos como syrupUSDC, syrupUSDT e syrupUSDG, permitindo bridges mais rápidas e futura emissão e resgate nativos entre redes. Instituições podem implementar KYC, AML, triagem de sanções e definir períodos personalizados de finalização de transferências. Empresas como Infosys, Nethermind, Aave, Maple e Re já estão adotando os novos recursos, marcando um avanço para as finanças on-chain.