Malásia usa drones em repressão de US$ 1 bi à mineração de Bitcoin
Malásia descobriu 14.000 locais ilegais de mineração de Bitcoin em cinco anos, causando prejuízo de US$ 1,1 bilhão. Autoridades usam drones e sensores para detectar operações ocultas, realizando operações e criando força-tarefa contra o roubo de energia.
A Malásia intensificou a repressão à mineração ilegal de Bitcoin, utilizando drones, sensores portáteis e uma força-tarefa dedicada para combater o roubo generalizado de eletricidade. Nos últimos cinco anos, as autoridades descobriram 14.000 locais de mineração ilícita, resultando em aproximadamente US$ 1,1 bilhão em perdas para a concessionária estatal Tenaga Nasional Berhad (TNB). Os mineradores frequentemente operam em prédios abandonados, usando escudos térmicos, câmeras de segurança e até sons falsos de pássaros para evitar a detecção. Drones com imagem térmica vasculham telhados em busca de assinaturas de calor anormais, enquanto equipes terrestres usam sensores para identificar uso irregular de energia. A nova força-tarefa, formada em novembro de 2025 e envolvendo várias agências governamentais, coordena operações e respostas políticas. A repressão resultou em milhares de operações, apreensão de equipamentos e prisões, com infratores enfrentando penalidades severas. Embora a mineração de Bitcoin seja legal se a eletricidade for paga e os impostos cumpridos, as autoridades acreditam que muitas operações são conduzidas por organizações criminosas. A campanha reflete esforços globais para enfrentar os desafios do consumo energético e da conformidade regulatória na mineração de criptomoedas.