Ouro e prata batem recordes enquanto Bitcoin recua
Ouro e prata atingem máximas históricas, com ouro acima de US$ 4.400 e prata perto de US$ 69, impulsionados por incerteza econômica e compras de bancos centrais. Bitcoin fica para trás, abaixo de US$ 90.000, mas analistas veem potencial de alta.
O ouro atingiu patamares inéditos, quebrando recordes com preços acima de US$ 4.400 por onça, marcando uma valorização superior a 65% em 2025. Esse rali é impulsionado pela incerteza econômica global, tensões geopolíticas, acúmulo por bancos centrais e expectativas de cortes nas taxas de juros do Federal Reserve dos EUA. A prata também alcançou um pico histórico próximo de US$ 69, superando o ouro com um ganho de 125% no ano, impulsionada tanto pela demanda de investimento quanto por aplicações industriais. Em contraste, o Bitcoin enfrentou dificuldades, sendo negociado abaixo de US$ 90.000 e com queda de cerca de 5% no ano, com analistas alertando para possíveis riscos de baixa. Apesar disso, o Bitcoin demonstrou resiliência, sustentado por maior clareza regulatória e interesse institucional, e alguns analistas acreditam que pode seguir a trajetória do ouro caso a razão ouro/bitcoin se normalize. A disparada dos metais preciosos levou investidores a reavaliar a dinâmica entre ativos tradicionais de proteção e alternativas digitais, com ouro e prata atualmente superando as criptomoedas em desempenho.