Berkshire Hathaway bate recorde de caixa e evita Bitcoin
No 1º tri de 2026, a Berkshire Hathaway bateu recorde de caixa, dobrou o lucro líquido e manteve cautela, sem investir em Bitcoin ou ativos digitais.
A Berkshire Hathaway registrou uma reserva de caixa recorde de US$ 397,4 bilhões no final do primeiro trimestre de 2026, superando os US$ 373 bilhões do final de 2025. Os lucros operacionais cresceram quase 18% ano a ano, atingindo US$ 11,35 bilhões, embora tenham ficado levemente abaixo das expectativas dos analistas. O lucro líquido mais que dobrou, chegando a US$ 10,1 bilhões em comparação ao mesmo período do ano anterior. O segmento de subscrição de seguros foi destaque, com lucros subindo para US$ 1,7 bilhão, apesar de uma queda de 34% nos ganhos da Geico. A empresa continuou como vendedora líquida de ações, vendendo US$ 24,1 bilhões e comprando US$ 16 bilhões. Sob nova liderança, a Berkshire manteve uma postura cautelosa na alocação de capital e seguiu evitando investimentos em Bitcoin ou ativos digitais, sem exposição reportada ao setor cripto.