Morgan Stanley: Mudança cripto de Wall Street levou anos
Morgan Stanley diz que a expansão cripto de Wall Street é resultado de anos de planejamento, não de FOMO. O banco lança ETFs de bitcoin e prepara suporte a equities tokenizados.
Morgan Stanley e outras grandes instituições financeiras estão avançando em suas estratégias de criptomoedas após anos de preparação e modernização de infraestrutura, e não por uma reação repentina ao mercado ou por medo de ficar de fora (FOMO). Amy Oldenburg, líder de estratégia de ativos digitais do Morgan Stanley, afirmou no Digital Asset Summit que a entrada de Wall Street nos ativos digitais é fruto de um esforço calculado e de longo prazo. Tradicionalmente, os bancos limitavam sua exposição a cripto por meios indiretos, como fundos de bitcoin para clientes de alta renda. Recentemente, expandiram para incluir ETFs de bitcoin à vista e estão desenvolvendo produtos próprios. Apesar dos desafios regulatórios e de compliance, os bancos agora possuem estratégias abrangentes para ativos digitais, incluindo negociação, gestão de ativos e suporte a equities tokenizados. Essa abordagem cautelosa contrasta com a agilidade das startups de cripto, evidenciando o foco dos bancos em pesquisa, atualização de sistemas e gestão de riscos.