Reserva de US$ 67 bi em Bitcoin e liderança pró-cripto na Venezuela

Venezuela detém até US$ 67 bilhões em reservas de Bitcoin. Após a captura de Maduro, a Nobel María Corina Machado, defensora do Bitcoin, desponta como forte candidata à presidência, indicando um futuro pró-cripto.

A Venezuela estaria supostamente no controle de uma enorme reserva de Bitcoin, estimada entre 600.000 e 660.000 BTC, avaliada em até US$ 67 bilhões. Fontes de inteligência afirmam que essa reserva foi acumulada por meio de vendas de ouro, acordos de petróleo sancionados e apreensões de mineração desde 2018. A estratégia envolvia converter ouro em Bitcoin e, posteriormente, usar Tether para vendas de petróleo, com os lucros sendo reinvestidos em Bitcoin. A captura de Nicolás Maduro deixou as chaves privadas dessas wallets sem paradeiro conhecido, desencadeando uma corrida para garantir os ativos. Enquanto isso, a laureada com o Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, conhecida por defender o Bitcoin como ativo de reserva nacional e alternativa ao bolívar desvalorizado, surge como uma das principais candidatas à presidência da Venezuela. Os mercados de previsão atualmente lhe atribuem 28% de chance de assumir a liderança, ficando atrás apenas de Edmundo González Urrutia. A ascensão de Machado sinaliza uma possível guinada para a institucionalização das criptomoedas no país, posicionando a Venezuela como modelo de resiliência econômica impulsionada por cripto.

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